Saúde
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Modernização do SUS com prontuário único nacional apoiado por inteligência artificial, telemedicina e organização hospitalar em rede.
Ver fonteNa saúde, a proposta do Missão parte de um diagnóstico de gestão: o SUS tem capilaridade única no mundo, mas perde eficiência por falta de integração de dados e de organização em rede.
A resposta proposta é tecnológica e gerencial. Um prontuário único nacional, apoiado por inteligência artificial, permitiria acompanhar o histórico do paciente em qualquer ponto do sistema e antecipar riscos antes que virem emergência.
A telemedicina entra como instrumento de acesso: levar consulta especializada a municípios que nunca terão um especialista residente, reduzindo filas e deslocamentos.
No desenho hospitalar, o partido defende o modelo Hub and Spoke — hospitais de referência (hubs) conectados a unidades menores (spokes) —, concentrando alta complexidade onde há escala e mantendo o atendimento básico perto de casa.
Como em outras áreas, a lógica de resultados aparece: repasses federais vinculados a metas objetivas de saúde cumpridas pelos municípios.
Pontos da proposta
- Prontuário único nacional, com IA para prever doenças e organizar o cuidado
- Telemedicina em escala para reduzir filas e levar especialistas ao interior
- Modelo Hub and Spoke: hospitais de referência conectados a unidades regionais
- Metas objetivas de saúde vinculadas a repasses para os municípios
- Revisão dos pisos de gastos dentro do ajuste fiscal proposto pelo partido
Ressalva editorial
A informatização plena do SUS e a vinculação de repasses a metas dependem de capacidade de implementação e de pactuação federativa que historicamente levam anos.